Ontem bem cedo saimos de casa... horário corrido, família reunida, coração apertado, Dudinha me puxava de um lado e do outro o compromisso com o trabalho, colocava que tinha chegado a hora. A razão falou mais alto e lá fui eu, viver mais uma nova experiência profissional.
Depois das despedidas, entrei por inteira na atividade e fui tratar de colocar o foco no ritual de passagem.
Uma breve parada em São Paulo... meio como uma preparação para viver o simbolismo da mudança. É claro que fomos fazer a última refeição em terras nativas com tudo que tinhamos direito.
De "Bodão" viajamos e de tudo vivemos um pouco, desde goteiras até whisky como disgestivo e muitas ... muitas risadas, como boas estratégias de catarse.
Em terras angolanas começamos a identificar as novidades e surpresas. Um aeroporto transformado, da lona que deixamos quando saimos à um prédio novo cheio de glamour.
Mas o melhor mesmo foi depois de 2 horas e meia esperando a bagagem chegar em casa e ser recebida com muito... muito carinho. Isso não tem preço! Estamos literalmente em casa!